segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Cartas Para Inês de Castro


O projeto cultural “Cartas Para Inês de Castro” da Organização Neo Humanitarismo Universalista, almeja compartilhar com a juventude do Brasil,  a emocionante história de Inês de Castro.

O Mito Inês de Castro
“Inês de Castro, nasceu em 1320 ou 1325 na Galiza, era filha ilegítima do nobre galego Pedro Fernandes de Castro, o da Guerra, e de uma dama portuguesa, Aldonça Suárez de Valadares, e irmã de D. Fernando e de D. Álvaro Pires de Castro. Por parte de seu pai era bisneta ilegítima de D. Sancho de Castela, pai de D. Beatriz de Castela que era mãe de D. Pedro, futuro Rei de Portugal. Era, portanto, prima em 3º grau de D. Pedro.
Inês de Castro viveu parte da sua infância no castelo de Albuquerque cuja dona, que a criou como filha, era casada com Afonso Sanchez, filho ilegítimo de D. Diniz, até vir a ser aia de sua prima de D.Constança Manuel, filha de João Manuel de Castela, poderoso nobre descendente da Casa Real Castelhana e que estava prometida ao príncipe de Portugal, D. Pedro.
Inês de Castro chega a Évora, integrada no séquito de D. Constança, em 1340.
Desde cedo foram conhecidos os amores de D. Pedro pela dama galega. D. Afonso IV, temendo esta relação, exila-a na fronteira espanhola em 1344.
Após a morte de D. Constança volta a Portugal, tendo vivido com D. Pedro, de quem vem a ter quatro filhos, o primeiro, D. Afonso, que morreu em criança. Viveram em vários locais na zona da Lourinhã e, por fim, em Coimbra no Paço da Rainha Santa junto ao Convento de Santa Clara-a-Velha, tendo sido degolada a 7 de Janeiro de 1355 por ordem de D. Afonso IV.
Da vida de Inês de Castro pouco se sabe, a sua trágica morte e o amor sem limites de D.Pedro e a forma como este quis perpetuar esses amores, alimentou desde cedo a poesia e a narrativa histórica, não deixando morrer o mito Inês de Castro.” Fundação Inês de Castro de Coimbra, Portugal.

O Concurso Cultural “Cartas Para Inês de Castro”
O programa de Incentivo à leitura “Nas Ondas da Leitura”, da Organização Neo Humanitarismo Universalista, ONH-U, Brasil, apresenta o Concurso Cultural sem fins lucrativos, “Cartas Para Inês de Castro”” Tributo ao Amor de Pedro e Inês.
O Concurso Cultural “Cartas Para Inês de Castro” é destinado à participação da juventude do Brasil, jovens de 15 a 29 anos poderão participar enviando suas "Cartas Para Inês de Castro” até 30 de maio de 2014.
Objetivos:
- Incentivar o pensamento criativo, a difusão da pesquisa entre as novas gerações do século XXI e fomentar a produção de texto através da reflexão sobre a história de amor de Pedro I e Inês de Castro.
Tema: "A História de Amor de Pedro e Inês no coração da juventude."
O Concurso Cultural "Cartas Para Inês de Castro” almeja ainda celebrar a contribuição da temática inesiana para a literatura portuguesa.
As Cartas deverão ser inéditas, criativas e de acordo com o vocabulário da língua portuguesa. O texto deverá ter no mínimo 30 e no máximo 45 linhas, digitadas ou digitalizadas.
As Cartas poderão ser enviadas por e-mail para: ngo.onh.u@gmail.com
Os seguintes dados dos participantes deverão ser informados: Nome Completo; Idade; Endereço; Telefone; Cidade/UF; Escola.
A seleção das melhores Cartas obedecerá os seguintes critérios: criatividade, originalidade, internacionalidade e uso correto da língua portuguesa. As 10 melhores Cartas serão enviadas para o acervo da Fundação Inês de Castro, Quinta das Lágrimas, Coimbra, Portugal.
As Cartas encaminhadas à Coordenação do Concurso Cultural “Cartas Para Inês de Castro”, deverão estar em arquivo pdf, acompanhadas de uma autorização para sua divulgação, quando os participantes forem menores de idade, tal autorização deverá ser assinada pelo responsável.
Divulgação dos Resultados: Julho de 2014.
Premiação:
Certificados de Honra ao Mérito para as 10 melhores cartas.
Coleções de Livros e Medalhas para as 3 melhores cartas.

A Madrinha do Concurso Cultural “Cartas Para Inês de Castro”
A escritora Samanta Holtz, Madrinha Oficial do Concurso Cultural “Cartas Para Inês de Castro”, nasceu no Dia Mundial do Livro.
Samanta Holtz estava destinada a trilhar o caminho da literatura desde a infância; aprendeu a ler sozinha aos cinco anos, tamanha era a vontade de entender as histórias que sua mãe lia para ela. Aos nove, ganhou um prêmio municipal de redação em sua cidade, Porto Feliz, interior de São Paulo.
Começou a escrever romances aos 14 anos e, em 2012, publicou pela editora Novo Século o livro “O Pássaro”, premiado no Destaques Literários 2012 na categoria "romance nacional" por votação do público e também do júri técnico. Em 2013, publicou seu segundo romance, "Quero Ser Beth Levitt".
As histórias românticas e cheias de surpresas de Samanta Holtz conquistaram o público jovem do Brasil em pouco tempo. A escritora conduz magistralmente seus leitores por uma deliciosa viagem, levando-os das lágrimas ao riso em questão de capítulos.

Lançamento do Concurso Cultural “Cartas Para Inês de Castro”
O evento de lançamento do Concurso Cultural “Cartas Para Inês de Castro” acontecerá no próximo dia 18 de outubro de 2013, a partir das 15 horas no Museu do Café de Santos, situado à Rua XV de Novembro, nº 95, centro, com as participações especiais de:

Samanta Holtz, Madrinha do Concurso Cultural “Cartas Para Inês de Castro”;

Teresa Teixeira, um depoimento em poesia de imagens “Amor por Portugal”;

Jam Pawlak, com o monólogo “A Última Noite de Inês de Castro”;

“Sol em Cantigas de Amor”, pocket show com Sol Martines & Luís Arcas;

Amorim, “A Paleta e o Amor”, workshop de Fotografia, Pintura e Poesia;

Haverá ainda uma Oficina de Cartas de Amor: o público presente será  convidado a escrever uma carta contando a sua história de amor para Inês de Castro.

Oficina Temática Inês de Castro
A primeira oficina temática Inês de Castro será realizada no Centro da Juventude da Zona Noroeste de Santos, situado na Avenida Brigadeiro Faria Lima S/N Jardim Rádio Clube, no dia 5 de novembro de 2013, em comemoração aos 33 anos do acordo entre as cidades irmãs Santos-Coimbra; celebrando a contribuição da temática inesiana para a literatura portuguesa, através do encontro dos jovens da Oficina da Palavra Literatura e Poesia do Centro da Juventude da Zona Noroeste com as intervenções artísticas da Oficina Temática Inês de Castro da Organização Neo Humanitarismo Universalista, com o apoio cultural da Secretaria  Municipal de Cultura, promovendo o intercâmbio cultural e humanitário entre Santos e Coimbra.

Apoio Cultural e Institucional:

Museu do Café de Santos

Prefeitura de Santos - Secretaria Municipal  de Cultura

Consulado Honorário de Portugal em Santos

Proler Baixada Santista

Editora Novo Século

Realização: Organização Neo Humanitarismo Universalista

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

2ª Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental


"Todos estamos envolvidos e todos somos responsáveis. Preocuparmo-nos com o meio ambiente em que viverão as nossas crianças é ajudar a formar uma nova geração, que será dinâmica e criadora."
(Jacqueline Dana e Anne Denner - Ambientalistas Francesas)

O Núcleo de Cinema Ambiental, N.C.A. da Organização Neo Humanitarismo Universalista, ONH-U, tem como principais objetivos: inserir o audiovisual como instrumento de mobilização socioambiental entre as crianças, os adolescentes e os jovens do Brasil, através da produção de documentários, da promoção de debates sobre a temática do meio ambiente, e da difusão de conteúdos de qualidade do cinema ambiental.

O Núcleo de Cinema Ambiental, N.C.A. da Organização Neo Humanitarismo Universalista, ONH-U, registra como altamente recomendável a 2ª Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental Itinerância 2013.

A 2ª Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental Itinerância 2013 é uma realização da Ong Ecofalante, com curadoria de Francisco César Filho e direção geral de Chico Guariba. A mostra, foi criada em 2012 com o objetivo de chamar a atenção da população para questões de sustentabilidade, cidadania, governança, participação e políticas públicas.

A programação de 2013 é baseada em sete eixos temáticos: água, cidades, contaminação, economia, globalização, mobilização, povos e lugares; contemplando ainda o público com sessões especiais, debates e mostra infanto-juvenil.

O homenageado da 2ª Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental é o cineasta Aloysio Raulino (1947-2013), diretor de fotografia consagrado do cinema brasileiro, dirigiu três curtas-metragens: Lacrimosa, O Tigre E A Gazela e Porto de Santos.

Em exibição 42 filmes internacionais e 16 brasileiros. Destacamos como imprescindíveis para a difusão de conteúdos referentes ao cinema ambiental:


“Trashed – Para Onde Vai o Nosso Lixo?”, Reino Unido, 2012, 97 min um diálogo global, da Islândia à Indonésia, entre o astro do cinema Jeremy Irons e cientistas, políticos e pessoas comuns, cuja saúde e meios de subsistência foram fundamentalmente afetadas pela poluição de resíduos. Direção: Candida Brady.

“A Crise Global da Água”, EUA, 2011, 105 min com um argumento poderoso do porquê a crise mundial da água será a principal questão que nosso mundo precisará enfrentar neste século; apresenta a ativista Erin Brockovich e especialistas ilustres como Peter Gleick, Alex Prud’homme, Jay Famiglietti e Robert Glennon. Direção: Jessica Yu.


A mostra infanto-juvenil selecionou uma obra prima do cinema ambiental, “A Baleia”, EUA, 2011, 85 min, a verdadeira história de Luna, uma jovem orca selvagem em busca da amizade das pessoas. Emocionante. Profundamente humano. Direção: Suzanne Chisholm e Michael Parfit. Destacando a produção cuidadosa de Scarlett Johansson e Ryan Reynolds.

Visite o Site da : 2ª Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental: 

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Esferas Celestes: Nicolau Copérnico E A Astronomia Moderna

Estátua de Nicolau Copérnico na Polônia.

O Núcleo de Cinema Ambiental da Organização Neo Humanitarismo Universalista, ONH-U, celebra  desde o início do ano de 2013, o Aniversário de  540 anos de Nascimento do Pai da Astronomia Moderna, Nicolau Copérnico, com sessões de cinema do filme documentário Esferas Celestes, produção brasileira de 2009, Ano Internacional da Astronomia,   com direção de Ismael de Lima Jr.  O filme é um tributo ao legado  de Nicolau Copérnico para a humanidade; aborda de forma lúdica a história do astrônomo polonês, autor da obra “Sobre As Revoluções Das Esferas” (De Revolutionibus Orbium Coelestium).
O filme Esferas Celestes foi exibido nas seguintes cidades: São Paulo (SP), Santos (SP), Campinas (SP), Rio de Janeiro (RJ), Curitiba (PR), Londrina(PR), Florianópolis (SC), Porto Alegre (RS), Belo Horizonte(MG); valorizando o cinema ambiental e a ecologia humana através de sessões de cinema voltadas para a popularização da Astronomia entre a juventude do Brasil.
O talentoso diretor do filme "Esferas Celestes", Ismael de Lima Jr. do Brasil.


"Esferas Celestes"  em dvd e blu-ray.  


O Legado de Nicolau  Copérnico
Nicolau Copérnico nasceu em Tórun, Polônia, em 19 de fevereiro 1473. Filho de um próspero comerciante também chamado Nicolau e de Barbara, irmã do cônego e depois bispo polonês Lucas Wascerode.
O pai de Copérnico morreu quando este tinha apenas 10 anos. Copérnico foi morar com o tio (bispo Lucas) e aos 19 anos ingressou na Universidade de Cracóvia, na época famosa pela excelência dos currículos de Astronomia, Matemática e Filosofia.
Em 1497, Copérnico viajou para a Itália onde ingressou nas Universidades de Bolonha e Ferrara para cursar, respectivamente, Direito e Medicina.
Costumava trabalhar sozinho observando o céu a olho nu (a luneta para Astronomia só seria inventada um século mais tarde) e por meio de aparelhos por ele construídos.
Em 1530, dedicou-se inteiramente à Astronomia e terminou sua grande obra, denominada “De Revolutionibus Orbium Coelestium” sobre as revoluções das esferas celestes na qual afirma que a Terra faz um giro completo em torno do seu próprio eixo uma vez por dia, e move-se ao redor do sol um vez por ano.
 Essa obra foi publicada somente 30 anos após ter sido escrita, isto é, no ano da morte de Copérnico. Conta a historia que ele faleceu uma hora depois de pegar em suas mãos o primeiro exemplar de seu livro, em 24 de maio de 1543.
As esferas e os dogmas da época:
          O sistema de Copérnico embora revolucionário para época, também tinha imperfeições. Uma delas era supor que as órbitas dos planetas eram rigorosamente circulares.
          O conhecimento humano sofreu um duro golpe com a publicação da teoria de Copérnico, mesmo anos a pós a sua morte, durante o processo de condenação de Galileu, em 1616, a igreja colocou a obra de Copérnico na lista dos escritos proibidos, condição que permaneceu até 1835.
          Pelos dogmas religiosos da época, se Deus havia criado a terra  e o homem para povoá-la, como criatura à imagem do Criador, seríamos, portanto, superiores às demais criaturas. De acordo com isso o universo existia apenas para que o Homem o contemplasse. Acreditava-se que o filho de Deus estava no centro do cosmos e no centro de todas as coisas.
O roteiro de Esferas Celestes e o desafio de falar uma linguagem que todos pudessem entender:
“A cada dia que passa, a ciência está nos mostrando novos limites para a ação humana, caminhos pelos quais estamos ultrapassando a capacidade de suportar do nosso planeta. Um desses problemas está no excesso de intensidade luminosa durante a noite. De 1970 para cá, a intensidade luminosa no mundo triplicou, medida em lumens per capita. Dois terços das pessoas dos Estados Unidos e na Europa já não veem mais um céu estrelado.
Durante um blecaute em Los Angeles, nos EUA, pessoas procuraram médicos, por temerem, como diziam, uma estranha substância líquida no céu: era a via láctea, que só então viam na escuridão.” Washington Novaes, Jornalista.
A citação do jornalista Washington Novaes é o ponto de partida para a fascinante jornada de um diretor de cinema, Ismael de Lima Jr., de um astrônomo, Marcos Voelzke, e de um grupo de escoteiros poloneses, Grupo Orzel Bialy, em busca do legado de Nicolau Copérnico para a humanidade.
O depoimento do astrônomo Marcos Voelzke desperta a curiosidade dos jovens escoteiros desde o início:
“Quando observamos  o céu logo após o por do sol, podemos ver as estrelas.
Uma estrela é um globo de gás que se queima. A estrela tem luz própria. Nosso Sol é a estrela mais próxima da Terra e o Sol move-se... ou será a Terra que se move? Por muitos séculos, os astrônomos acreditaram que a Terra se mantivesse parada, enquanto o firmamento girava em torno dela, que seria o Centro.
Quatro séculos antes de Nicolau Copérnico, um astrônomo grego, Aristarco de Samos, apresentara a teoria de que o Sol era o centro do universo. Mas isso era tão estranho que seu sistema foi posto de lado.
Só por volta de 1540, é que Nicolau Copérnico, astrônomo polonês, percebeu  que os movimentos aparentemente complexos dos Planetas podiam ser prontamente explicados se o Sol permanecesse parado e a Terra e os Planetas girassem ao seu redor. O mundo levou 150 anos para aceitar essa noção.
O estudo da Astronomia tinha grande significação naquele tempo. O comércio marítimo desenvolvia-se rapidamente, os navios tornavam-se cada vez maiores e avançavam cada vez mais para longe da costa.
Quando Copérnico estava com 19 anos, Colombo atravessou o oceano e descobriu a América. A parte da navegação dependia de tábuas astronômicas especialmente calculadas. Também era preciso estabelecer um calendário acurado, de modo que as festas da Igreja pudessem ser adequadamente celebradas.
Naqueles tempos, o estudo da Medicina achava-se intimamente aliado ao da Astronomia. Supunha-se existir mística relação entre os órgãos do corpo humano e os signos do Zodíaco. Durante seus tempos de estudante, Nicolau Copérnico foi nomeado Cônego em uma Igreja de Frauenberg. Aos 33 anos, terminou sua vida de estudante e iniciou os seus serviços de Cônego. Estabeleceu-se em uma das Torres do muro defensivo que cercava a Catedral, hoje conhecida como Torre de Copérnico, esta lhe serviu de Observatório.
Nicolau Copérnico traçou um quadro geral do Universo com o Sol no Centro e a Terra revolvendo em torno dele, como planeta. Explicou porque ocorrem as estações. Mostrou que não vemos as estrelas na mesma posição celeste na Itália e no Egito, e nem podemos ver do Hemisfério Norte, estrelas que vemos no Sul. Quando se coloca uma luz na ponta de um mastro, ela parece  descer gradativamente à medida que o navio se afasta, no mar. Finalmente desaparece, parecendo mergulhar no oceano.
Nicolau Copérnico usou esses argumentos para provar que a Terra é redonda; discutindo os movimentos aparentemente erráticos dos planetas, movendo-se às vezes para a frente e às vezes para trás, e nos intervalos parecendo parar. Mostrou como esses movimentos seriam perfeitamente regulares se se considerasse o Sol como o centro do movimento planetário.”
O filme “Esferas Celestes” do Núcleo de Cinema Ambiental da ONH-U, ultrapassou os vinte mil espectadores em 2013, com exibições alternativas voltadas para a juventude em cinco Estados do Brasil.  O filme foi dublado em polonês e exibido em várias  cidades da Polônia.
“No meio de tudo mora o Sol, pois quem poderia colocar esse lampadário em outro lugar, ou melhor, lugar nesse gloriosíssimo templo do que daquele de onde possa ao mesmo tempo iluminar o todo?” Nicolau Copérnico (1473-1543)
O filme “Esferas Celestes” foi lançado no dia 29 de agosto de 2009 no I Encontro de Astronomia e Escotismo da Cidade de São Paulo, que aconteceu no Planetário e Escola Municipal de Astrofísica Professor Aristóteles Orsini no Parque Ibirapuera.

Parque do Ibirapuera, São Paulo, Brasil.